terça-feira, 4 de novembro de 2008
TAÇA DISTRITAL FEMININA DE FUTSAL – 1ª Eliminatória

CCD VEIROS 3 SP CASTELÕES 1
Árbitros – Wilson Soares e Ângela Ferreira
CCD VEIROS – Vanessa, Lita, Andrea (1), Rita (2), Vitória, Ana Filipa, Neuza, A. Macedo, A. Cabral, Liliana e Susana.
Treinador – Arminda Ruela
SP CASTELÕES – Ana Silva, Isabel Pinho, Marta, Daniela, Cristina, Isabel Cruz, Carla, Mariana, Márcia (1) e Sandrina.
Treinador – José Gonçalves
Nesta primeira eliminatória da Taça Distrital, as Veirenses receberem a equipa do Castelões, e sabendo como são os jogos de competições a eliminar, sempre diferentes dos jogos de campeonato, iniciaram a partida com pressão alta sobre as adversárias, da qual tiveram resultados logo aos três minutos na marcação de um livre, foi feito um cruzamento tenso, com a bola a atravessar toda a área e a Rita à boca da baliza abriu o marcador. Com as visitantes a tentarem sair da sua defesa em contra-ataque, as locais iam recuperando bolas a meio campo, partindo por sua vez para o ataque onde iam falhando remates com a baliza aberta, até que aos nove minutos vieram a marcar o segundo golo numa jogada em que a Macedo recupera uma bola, progride no terreno, endossa o esférico à Lita que dá um toque ao lado para Rita que novamente ao segundo poste, só tem que o empurrar para a rede. As visitantes sentindo que podiam reduzir a vantagem perante o abrandamento da intensidade de jogo por parte das locais, foram ganhando confiança e obrigaram a defensiva local a aplicar-se a sério para não sofrer um golo que relançaria a partida, mesmo assim viram a Macedo falhar um remate, nas barbas da guarda-redes, o que não é habitual nesta jogadora, mas hoje as coisa não lhe estavam a sair bem.
A segunda parte iniciou-se com o CCD Veiros a controlar a partida, a jogar o quanto baste e aos quatro minutos iam sendo surpreendidas num contra-ataque do Castelões em que a guarda-redes Vanessa teve de fazer uma defesa apertada para manter a sua baliza intocável. Aos nove minutos partindo para o ataque em triangulações a Liliana envia uma bola ao poste já com a guarda-redes batida. O jogo foi-se desenrolando numa toada morna, com alguns fogachos, como o da Cabral aos catorze minutos, na marcação de um livre tenta fazer um chapéu à guarda-redes e obriga esta a fazer uma difícil defesa, desviando a bola pela linha lateral. Aos vinte minutos as locais acabaram por elevar a contagem na marcação de um canto com a bola colocada á entrada da área onde a Andrea encheu o pé e faz um golo vistoso. As visitantes iam tentando a obtenção de um golo, e depois de terem obrigado a guarda-redes local a opor-se a um remate colocado, após uma perda de bola comprometedora da Vitória em zona proibida, acabariam por chegar á marcação do seu golo de honra novamente numa perda de bola pela defesa local que foi aproveitada pela Márcia para fazer o gosto ao pé.
O CCD Veiros estreou nesta partida a jovem Susana, oriunda das camadas jovens a quem desejamos que trabalhe com afinco para se poder afirmar na formação Veirense.
CCD VEIROS – Vanessa, Lita, Andrea (1), Rita (2), Vitória, Ana Filipa, Neuza, A. Macedo, A. Cabral, Liliana e Susana.
Treinador – Arminda Ruela
SP CASTELÕES – Ana Silva, Isabel Pinho, Marta, Daniela, Cristina, Isabel Cruz, Carla, Mariana, Márcia (1) e Sandrina.
Treinador – José Gonçalves
Nesta primeira eliminatória da Taça Distrital, as Veirenses receberem a equipa do Castelões, e sabendo como são os jogos de competições a eliminar, sempre diferentes dos jogos de campeonato, iniciaram a partida com pressão alta sobre as adversárias, da qual tiveram resultados logo aos três minutos na marcação de um livre, foi feito um cruzamento tenso, com a bola a atravessar toda a área e a Rita à boca da baliza abriu o marcador. Com as visitantes a tentarem sair da sua defesa em contra-ataque, as locais iam recuperando bolas a meio campo, partindo por sua vez para o ataque onde iam falhando remates com a baliza aberta, até que aos nove minutos vieram a marcar o segundo golo numa jogada em que a Macedo recupera uma bola, progride no terreno, endossa o esférico à Lita que dá um toque ao lado para Rita que novamente ao segundo poste, só tem que o empurrar para a rede. As visitantes sentindo que podiam reduzir a vantagem perante o abrandamento da intensidade de jogo por parte das locais, foram ganhando confiança e obrigaram a defensiva local a aplicar-se a sério para não sofrer um golo que relançaria a partida, mesmo assim viram a Macedo falhar um remate, nas barbas da guarda-redes, o que não é habitual nesta jogadora, mas hoje as coisa não lhe estavam a sair bem.
A segunda parte iniciou-se com o CCD Veiros a controlar a partida, a jogar o quanto baste e aos quatro minutos iam sendo surpreendidas num contra-ataque do Castelões em que a guarda-redes Vanessa teve de fazer uma defesa apertada para manter a sua baliza intocável. Aos nove minutos partindo para o ataque em triangulações a Liliana envia uma bola ao poste já com a guarda-redes batida. O jogo foi-se desenrolando numa toada morna, com alguns fogachos, como o da Cabral aos catorze minutos, na marcação de um livre tenta fazer um chapéu à guarda-redes e obriga esta a fazer uma difícil defesa, desviando a bola pela linha lateral. Aos vinte minutos as locais acabaram por elevar a contagem na marcação de um canto com a bola colocada á entrada da área onde a Andrea encheu o pé e faz um golo vistoso. As visitantes iam tentando a obtenção de um golo, e depois de terem obrigado a guarda-redes local a opor-se a um remate colocado, após uma perda de bola comprometedora da Vitória em zona proibida, acabariam por chegar á marcação do seu golo de honra novamente numa perda de bola pela defesa local que foi aproveitada pela Márcia para fazer o gosto ao pé.
O CCD Veiros estreou nesta partida a jovem Susana, oriunda das camadas jovens a quem desejamos que trabalhe com afinco para se poder afirmar na formação Veirense.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Veiros 7 - Santo André 0
PAVILHÃO DO CCD VEIROSÁrbitros – Ramiro Pinho e Pedro Gomes
C.C.D.VEIROS – Vanessa, Andreia Macedo (2), Ana Filipa (1), Lita, Vitória, Rita (2), A. Cabral, Liliana (1), Mafalda (1), Neuza, Marisa e Andrea.
Treinador – Arminda Ruela
ST. ANDRÉ – Armandina, Adriana, Maria Ferreira, Dina, Sónia, Vera, Andreina e Ana Claro. Treinador – Araújo Martins
Assistiu-se a um jogo morno, mesmo fraco devido à diferença de valor entre as duas equipas, a formação de Vagos muito jovem e inexperiente e o CCD Veiros a jogar o quanto baste com muitos passes transviados e excesso de confiança, tornando-se prejudicial para a formação Veirense encontrar tantas facilidades, o que se bem a traduzir em dificuldades acrescidas quando tiver que defrontar equipas mais fortes. Nesta partida a primeira ocasião de golo pertenceu ás visitantes com uma jogadora isolada a rematar ao lado após defesa do primeiro remate pelo guarda-redes local. Aos seis minutos as Veirenses chegam ao golo numa jogada com bola a girar em triangulações em que a Vitória coloca a bola ao segundo poste para a Rita finalizar. Aos quinze e dezasseis minutos marcaram mais dois golos pela Filipa e pela Mafalda. Com as visitantes a nunca virar a cara à luta, viriam a marcar o quarto golo aos vinte e cinco minutos pela Liliana que arranca desde o meio campo com a bola e à entrada da área remata forte e fecha a contagem da primeira parte.
A segunda parte foi jogada com a mesma displicência por parte da equipa da casa que só aos dez minutos e numa jogada de insistência em que a Rita sofre uma falta, sobrando a bola para a Macedo que não se fez rogada e remata para o fundo das redes. Aos catorze e quinze minutos elevam a marcador com mais dois golos, pela Macedo que avança sobre o meio campo adversário e com um remate seco faz golo e pela Rita numa jogada de tabelinhas em que ela aparece a rematar com êxito.
A jovem formação de ST. André teve o mérito de sempre que apanhava uma oportunidade rematava à baliza, à procura do seu ponto de honra.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Jornada nº1 - Taça de Aveiro
1. Ossela – Lordelo -
Pav. Ossela (Oliveira de Azeméis)
2/11/2008 - 20:00
2. Veiros – Castelões
Pav. do CCD Veiros
2/11/2008 – 16:oo
3. PARC – Villa Cesari
Pavilhão do PARC (Pindelo)
2/11/2008 – 21:00
4. Gião – AMUPB
Pav. da EB 2/3 de Corga-Gião ( Stª Maria da Feira)
2/11/2008 – 21:00
5. Crecor – Stª Maria da Feira
Pav. Gimnodesportivo de Cortegaça
2/11/2008 - 21:00
6. Cidade Lourosa – ADREP
Pav. da Escola c+s de Lourosa
2/11/2008 - 19:00
7. Fundo de Vila – Lusitânia
Pav. das Travessas – S. João da Madeira
2/11/2008 - 21:00
8. Santo André – Novasemente
Pav. Municipal de Vagos
2/11/2008 - 20:00
9. Vilamaiorense – Esmoriz
Pav. da EB 2/3 de Corga-Gião ( Stª Maria da Feira)
2/11/2008 - 21:00
Pav. Ossela (Oliveira de Azeméis)
2/11/2008 - 20:00
2. Veiros – Castelões
Pav. do CCD Veiros
2/11/2008 – 16:oo
3. PARC – Villa Cesari
Pavilhão do PARC (Pindelo)
2/11/2008 – 21:00
4. Gião – AMUPB
Pav. da EB 2/3 de Corga-Gião ( Stª Maria da Feira)
2/11/2008 – 21:00
5. Crecor – Stª Maria da Feira
Pav. Gimnodesportivo de Cortegaça
2/11/2008 - 21:00
6. Cidade Lourosa – ADREP
Pav. da Escola c+s de Lourosa
2/11/2008 - 19:00
7. Fundo de Vila – Lusitânia
Pav. das Travessas – S. João da Madeira
2/11/2008 - 21:00
8. Santo André – Novasemente
Pav. Municipal de Vagos
2/11/2008 - 20:00
9. Vilamaiorense – Esmoriz
Pav. da EB 2/3 de Corga-Gião ( Stª Maria da Feira)
2/11/2008 - 21:00
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Objectividade
Creio que a objectividade é o ponto fundamental para o sucesso das nossas acções ofensivas, pois quando atacamos, mais importante do que movimentarmo-nos para os locais correctos, efectuar excelentes passes ou trocas, o fundamental é escolher o momento preciso em que a bola tem que ser colocada para finalizar, pois esse momento na maioria das vezes acontece em fracção de segundos (ou até milésimos de segundos) e depois passa a oportunidade…Por exemplo, se virmos um jogo entre uma equipa que joga um futsal bonito, com excelentes movimentações e circulação de bola de nível superior, mas que tem dificuldades em criar situações de finalização, contra uma equipa fraca na circulação de bola e construção de jogo, mas objectiva, que coloca a bola na zona de finalização sempre que possível (nem que seja directamente do Guarda Redes), geralmente a equipa derrotada é a primeira, exactamente porque lhes o falta objectividade, isto é, definir o momento certo para colocar a bola na zona de finalização.
É por isso vital dar muita relevância nos treinos à objectividade em todos os exercícios ofensivos (e no jogo), pois escolher e identificar o “melhor momento” requer muita atenção e concentração, ou seja, muito treino!
A objectividade é o principal factor no sucesso de uma acção ofensiva, pois caso contrário todo o esforço geral na construção da mesma será apenas desgaste físico…
Pensem nisto…
É por isso vital dar muita relevância nos treinos à objectividade em todos os exercícios ofensivos (e no jogo), pois escolher e identificar o “melhor momento” requer muita atenção e concentração, ou seja, muito treino!
A objectividade é o principal factor no sucesso de uma acção ofensiva, pois caso contrário todo o esforço geral na construção da mesma será apenas desgaste físico…
Pensem nisto…
Por Pedro Silva in http://www.futsal-coach.blogspot.com/
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Ossela 2 - Veiros 4

FUTSAL – CAMPEONATO DISTRITAL FEMININO
PAVILHÃO DE OSSELA
Árbitros – Paulo Pinho e José Soares
GCR OSSELA 2 C.C.D. VEIROS 4
GCR OSSELA – Liliana Correia, Viviana, Elisa, Ana Silva, Liliana Rodrigues, Joana, Ana Afonso, Mónica, Andreia Silva, Jessi (2), Cristiana e Ana Moreira.
Treinador – António Pacheco
C.C.D.VEIROS – Vanessa, Andreia Macedo, Ana Filipa, Lita, Vitória (1), Rita (1), A. Cabral (2), Liliana, Mafalda, Neuza, Marisa e Susana Gonçalves.
Treinador – Arminda Ruela
Defrontaram-se duas boas equipas, as locais com uma formação bem organizada e com boas executantes, dificultava o desempenho das Veirenses, estas utilizando muita calma e paciência, fazendo prevalecer a sua experiência, iam fazendo o seu jogo, sempre à procura do golo, que acabaria por surgir num livre apontado pela Filipa, aparecendo a Rita ao segundo poste a encaminhar a bola para as redes locais. Aos vinte e dois minutos numa incursão dentro da área contrária a Vitória a passe tenso da Mafalda envia uma bola ao poste já com a guarda-redes batida. O Ossela com a Jessi a tentar levar a equipa ás costas foi tentando com fortes e colocados remates levar o perigo á baliza contrária, mas sem o conseguir. A um minuto do fim da primeira parte, as visitantes marcaram o segundo golo, noutro passe tenso da Vitória para dentro da área, onde uma defesa local com uma intervenção infeliz, introduziu a bola na própria baliza, colocando o marcador em dois a zero a favor do CCD Veiros, com que se chegaria ao intervalo.
A segunda parte começou com as visitantes a aumentarem a vantagem logo no primeiro minuto, num ataque em que a Liliana faz um passe mortífero para a Cabral que isolada, não desperdiça a oportunidade e marca o seu primeiro golo. As locais reagiram ao golo sofrido e no minuto seguinte obrigaram a Vanessa a efectuar uma das melhores defesas da tarde. Aos onze minutos as locais por intermédio da Jessi diminuem a vantagem, depois de ter tirado do seu caminho duas adversárias com vistosas simulações. As Veirenses desperdiçaram algumas ocasiões de golo feito, e só viriam a conseguir novo golo aos dezanove minutos por intermédio da Cabral, numa jogada feita de triangulações com o esférico a circular com muita rapidez por várias jogadoras. Tendo atingido as cinco faltas, no último minuto da partida e devido a mão na bola da Liliana, foram punidas com um livre directo de dez metros, convertido pela Jessi num bonito chapéu à guarda-redes Vanessa que esperava um remate forte e foi traída pela habilidade da atleta da casa.
O Ossela deu indicações de ser uma formação candidata ao apuramento para a segunda fase da competição.
PAVILHÃO DE OSSELA
Árbitros – Paulo Pinho e José Soares
GCR OSSELA 2 C.C.D. VEIROS 4
GCR OSSELA – Liliana Correia, Viviana, Elisa, Ana Silva, Liliana Rodrigues, Joana, Ana Afonso, Mónica, Andreia Silva, Jessi (2), Cristiana e Ana Moreira.
Treinador – António Pacheco
C.C.D.VEIROS – Vanessa, Andreia Macedo, Ana Filipa, Lita, Vitória (1), Rita (1), A. Cabral (2), Liliana, Mafalda, Neuza, Marisa e Susana Gonçalves.
Treinador – Arminda Ruela
Defrontaram-se duas boas equipas, as locais com uma formação bem organizada e com boas executantes, dificultava o desempenho das Veirenses, estas utilizando muita calma e paciência, fazendo prevalecer a sua experiência, iam fazendo o seu jogo, sempre à procura do golo, que acabaria por surgir num livre apontado pela Filipa, aparecendo a Rita ao segundo poste a encaminhar a bola para as redes locais. Aos vinte e dois minutos numa incursão dentro da área contrária a Vitória a passe tenso da Mafalda envia uma bola ao poste já com a guarda-redes batida. O Ossela com a Jessi a tentar levar a equipa ás costas foi tentando com fortes e colocados remates levar o perigo á baliza contrária, mas sem o conseguir. A um minuto do fim da primeira parte, as visitantes marcaram o segundo golo, noutro passe tenso da Vitória para dentro da área, onde uma defesa local com uma intervenção infeliz, introduziu a bola na própria baliza, colocando o marcador em dois a zero a favor do CCD Veiros, com que se chegaria ao intervalo.
A segunda parte começou com as visitantes a aumentarem a vantagem logo no primeiro minuto, num ataque em que a Liliana faz um passe mortífero para a Cabral que isolada, não desperdiça a oportunidade e marca o seu primeiro golo. As locais reagiram ao golo sofrido e no minuto seguinte obrigaram a Vanessa a efectuar uma das melhores defesas da tarde. Aos onze minutos as locais por intermédio da Jessi diminuem a vantagem, depois de ter tirado do seu caminho duas adversárias com vistosas simulações. As Veirenses desperdiçaram algumas ocasiões de golo feito, e só viriam a conseguir novo golo aos dezanove minutos por intermédio da Cabral, numa jogada feita de triangulações com o esférico a circular com muita rapidez por várias jogadoras. Tendo atingido as cinco faltas, no último minuto da partida e devido a mão na bola da Liliana, foram punidas com um livre directo de dez metros, convertido pela Jessi num bonito chapéu à guarda-redes Vanessa que esperava um remate forte e foi traída pela habilidade da atleta da casa.
O Ossela deu indicações de ser uma formação candidata ao apuramento para a segunda fase da competição.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Atleta Modelo

¨¨Não se acomoda, supera-se quando necessário;
¨¨Ajuda a criar um clima colectivo de superação;
¨¨Não teme competir sob pressão;
¨¨Auto-disciplinado/responsável;
¨¨Não se sobrepõe individualmente ao colectivo;
¨¨Disponível para aprender a melhorar;
¨¨Saber adquirido+transpiração+inspiração;
¨¨Reage de modo persistente à fadiga, ao erro e ao insucesso;
¨¨Não arranja alibis;
¨¨Entende o jogo e os seus princípios.
Alguém se quer candidatar?? :D
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Jornada nº 4
1 C A S T E L O E S - S A A V E D R A G U E D E S
1 9 / 1 0 / 2 0 0 8 1 8 : 0 0
P A V . I L I D I O P E D R O - L O R D E L O - V . C A M B R A
2 P A R C - A M U P B
1 8 / 1 0 / 2 0 0 8 2 1 : 0 0
P A V I L H Ã O D O P A R C - P I N D E L O ( O . A Z E M . )
3 O S S E L A - V E I R O S
1 8 / 1 0 / 2 0 0 8 16 : 0 0
P A V . G . O S S E L A ( O S S E L A - O . A Z E M E I S )
4 L O R D E L O - A D R E P
1 8 / 1 0 / 2 0 0 8 2 1 : 0 0
P A V . I L I D I O P E D R O - L O R D E L O - V . C A M B R A
Descanso Semanal: Santo André
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Parabéns Ritinha :)
FUTSAL – CAMPEONATO DISTRITAL FEMININO
PAVILHÃO DO C.C.D. VEIROS
Árbitros – Luís Rocha e Alberto Tavares
C.C.D. VEIROS 10 GDC LORDELO 0
C.C.D.VEIROS – Vanessa, Andreia Macedo, Ana Filipa (1), Lita (1), Vitória (2), Andrea, Rita (3), A. Cabral (1), Liliana, Mafalda (2), Neuza e Catarina.
Treinador – Arminda Ruela
GDC LORDELO – Ana Carolina, Ana Pinheiro, Ana Pinho, Ana Silva, Liliana Pinho, Ana Almeida, Ana Tavares, Andreia, Adriana, Joana, Andrea Pinho e Tânia.
Treinador – António Tavares
A formação do Lordelo, fazia nesta deslocação a Veiros o seu primeiro jogo oficial desta época, sendo uma equipa muito jovem, teve grandes dificuldades, perante uma equipa madura como é a do CCD Veiros, tiveram o mérito de tentarem sair da sua defesa a jogar, não estacionando em frente da sua baliza, como habitualmente fazem as equipas menos fortes. As Veirenses iniciaram a goleada logo aos três minutos com um passe da Lita a rasgar a defesa, aparecendo a Filipa a empurrar a bola para as redes. Entre os cinco e os dez minutos marcaram mais três golos em jogadas rápidas num carrossel fazendo a bola circular a toda a largura do campo. Aos quinze minutos num contra-ataque, resultante de uma perda de bola das visitantes, a Vitória coloca o esférico ao segundo poste, onde a Mafalda se limitou a encostá-lo para a baliza. Aos dezanove minutos esta mesma jogadora com um potente remate do meio da rua fecha a contagem desta primeira parte nos seis a zero.
Com a equipa visitante a não se conseguir libertar do sufoco ofensivo das locais, permitiu à Prof. Arminda, rodar todas as jogadoras, sendo dada oportunidade à jovem guarda-redes Neuza, que assim se estreou esta época entre os postes, esta jogadora precisa de mais tempo de jogo, e de ter humildade de trabalhar sempre mais para se colocar a bom nível, de modo a ser alternativa para a difícil posição de guardiã da baliza Veirense. Aos dois minutos da segunda parte as locais marcam o seu sétimo golo numa jogada com sucessivas triangulações onde a Andrea, num passe milimétrico coloca a bola na Rita que não teve dificuldade em fazer golo. Descontraídas, com o resultado feito as pupilas da Prof. faziam circular a bola com rapidez, sempre com as visitantes a ensaiarem saídas em contra-ataque, que iam esbarrando na sólida defensiva local. Dos dezanove aos vinte e um minutos marcaram mais três golos, colocando o resultado final, nuns expressivos dez a zero.
Da equipa de arbitragem, pode-se dizer que prejudicou as Veirenses, com a primeira parte a durar vinte e seis minutos e a segunda vinte e quatro, se tivesse sido cumprido o tempo normal, as locais poderiam ter elevado o marcador, obtendo mais golos, que lhe podem fazer falta numa questão de desempate para apuramento para a fase seguinte do campeonato.
PAVILHÃO DO C.C.D. VEIROS
Árbitros – Luís Rocha e Alberto Tavares
C.C.D. VEIROS 10 GDC LORDELO 0
C.C.D.VEIROS – Vanessa, Andreia Macedo, Ana Filipa (1), Lita (1), Vitória (2), Andrea, Rita (3), A. Cabral (1), Liliana, Mafalda (2), Neuza e Catarina.
Treinador – Arminda Ruela
GDC LORDELO – Ana Carolina, Ana Pinheiro, Ana Pinho, Ana Silva, Liliana Pinho, Ana Almeida, Ana Tavares, Andreia, Adriana, Joana, Andrea Pinho e Tânia.
Treinador – António Tavares
A formação do Lordelo, fazia nesta deslocação a Veiros o seu primeiro jogo oficial desta época, sendo uma equipa muito jovem, teve grandes dificuldades, perante uma equipa madura como é a do CCD Veiros, tiveram o mérito de tentarem sair da sua defesa a jogar, não estacionando em frente da sua baliza, como habitualmente fazem as equipas menos fortes. As Veirenses iniciaram a goleada logo aos três minutos com um passe da Lita a rasgar a defesa, aparecendo a Filipa a empurrar a bola para as redes. Entre os cinco e os dez minutos marcaram mais três golos em jogadas rápidas num carrossel fazendo a bola circular a toda a largura do campo. Aos quinze minutos num contra-ataque, resultante de uma perda de bola das visitantes, a Vitória coloca o esférico ao segundo poste, onde a Mafalda se limitou a encostá-lo para a baliza. Aos dezanove minutos esta mesma jogadora com um potente remate do meio da rua fecha a contagem desta primeira parte nos seis a zero.
Com a equipa visitante a não se conseguir libertar do sufoco ofensivo das locais, permitiu à Prof. Arminda, rodar todas as jogadoras, sendo dada oportunidade à jovem guarda-redes Neuza, que assim se estreou esta época entre os postes, esta jogadora precisa de mais tempo de jogo, e de ter humildade de trabalhar sempre mais para se colocar a bom nível, de modo a ser alternativa para a difícil posição de guardiã da baliza Veirense. Aos dois minutos da segunda parte as locais marcam o seu sétimo golo numa jogada com sucessivas triangulações onde a Andrea, num passe milimétrico coloca a bola na Rita que não teve dificuldade em fazer golo. Descontraídas, com o resultado feito as pupilas da Prof. faziam circular a bola com rapidez, sempre com as visitantes a ensaiarem saídas em contra-ataque, que iam esbarrando na sólida defensiva local. Dos dezanove aos vinte e um minutos marcaram mais três golos, colocando o resultado final, nuns expressivos dez a zero.
Da equipa de arbitragem, pode-se dizer que prejudicou as Veirenses, com a primeira parte a durar vinte e seis minutos e a segunda vinte e quatro, se tivesse sido cumprido o tempo normal, as locais poderiam ter elevado o marcador, obtendo mais golos, que lhe podem fazer falta numa questão de desempate para apuramento para a fase seguinte do campeonato.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Calendário da 3ª Jornada
11 / 10 / 2008 - 17:00
Pav. Irmãos Farinhas (Pardilhó)
2. PARC 4 - Castelões 3
11 / 10 / 2008 - 21:00
Pav. do PARC - Pindelo (Oliveira de Azeméis)
3 . Veiros 10 - Lordelo 0
11 / 10 / 2008 - 18:00
Pav. do CCD Veiros
4. AMUPB 5 - ADREP 1
11 / 10 / 2008 - 21:00
Pav. Municipal de Estarreja
Descanso semanal: OSSELA
Pav. Irmãos Farinhas (Pardilhó)
2. PARC 4 - Castelões 3
11 / 10 / 2008 - 21:00
Pav. do PARC - Pindelo (Oliveira de Azeméis)
3 . Veiros 10 - Lordelo 0
11 / 10 / 2008 - 18:00
Pav. do CCD Veiros
4. AMUPB 5 - ADREP 1
11 / 10 / 2008 - 21:00
Pav. Municipal de Estarreja
Descanso semanal: OSSELA
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
ADREP 1 - Veiros 6
PAVILHÃO DR. JOSÉ DE CARVALHO – PALHAÇAÁrbitros – Pedro Gomes e Ramiro Pinho
ADREP 1 C.C.D. VEIROS 6
ADREP – Daniela, Ilda, Dina (1), Fátima, Carina, Vera, Andrea Oliveira, Natasha, Maria Areias, Liliana Silva, Carolina e Ana Pires.
Treinador – Paulo Oliveira
C.C.D.VEIROS – Vanessa, Ana Barbosa, Andreia Macedo (5), Ana Filipa, Lita, Vitória, Andrea, Rita, A. Cabral (1), Marisa, Liliana e Mafalda.
Treinador – Arminda Ruela
Nesta deslocação ao recinto do ADREP, as Veirenses, encontraram pela frente uma equipa diferente da época anterior, muito aguerrida, a fazer grande pressão sobre as jogadoras contrárias, saindo bem para o contra-ataque tentando e quase conseguindo inaugurar o marcador, aparecendo por várias vezes jogadoras locais isoladas, valendo na circunstância a guarda-redes Vanessa, com boas intervenções a evitar que as suas redes fossem atingidas. O CCD Veiros não conseguia acertar o seu jogo e as suas jogadoras tentavam em lances individuais ultrapassar a defensiva contrária, vindo a conseguir o seu objectivo aos dezoito minutos, numa transposição rápida defesa /ataque, com a Barbosa a recuperar a bola a meio campo e a fazer a tabelinha com a Macedo e esta a finalizar fazendo o primeiro golo da partida.
A segunda parte começou com as locais a criarem mais um calafrio à defensiva forasteira, logo aos dois minutos, aparecendo mais uma vez, uma sua jogadora isolada a rematar ao lado da baliza. As Veirenses sentiram o perigo e resolveram começar a soltar a bola com rapidez, passes longos e desmarcações constantes, e aos cinco minutos tiveram frutos desta sua postura, a Mafalda recupera a bola na sua defesa e inicia o contra-ataque com o esférico a ser tocado pela Barbosa para a Macedo que remata forte e colocado, fazendo o dois a zero. O ADREP corre atrás do prejuízo e é surpreendido pelas adversárias com transposições rápidas defesa / ataque, que proporcionaram a estas a obtenção de mais três golos por intermédio da Macedo. Esta jogadora teve uma noite inspirada, aproveitando as oportunidades que se lhe depararam, marcando cinco golos. Aos quinze minutos na marcação de um canto contra a formação de Veiros, a bola vai à mão da Liliana, dentro da sua área sendo assinalada uma grande penalidade, convertida pela Dina no único golo das locais. No último minuto da partida e utilizando o mesmo critério a equipa de arbitragem assinala uma grande penalidade por mão na bola de uma jogadora local dentro da sua área, chamada a converter o castigo a Cabral não falhou, tomando o gosto pelo golo após dois anos de ausência da competição.
Verifica-se que esta época existe mais equilíbrio entre a qualidade das equipas, o que realça a evolução do Futsal Feminino no nosso Distrito.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Calendário da 2ª Jornada
4 / 10 / 2008 - 20:00
Pav. Municipal de Vagos
2. AMUPB 2 - Castelões 2
2. AMUPB 2 - Castelões 2
4 / 10 / 2008 - 21:00
Pav. Municipal de Estarreja
Pav. Municipal de Estarreja
3 . Ossela 2 - Saavedra Guedes 1
4 / 10 / 2008 - 20:00
Pav. G. Ossela (Oliveira de Azeméis)
Pav. G. Ossela (Oliveira de Azeméis)
4. ADREP 1 - Veiros 6
4 / 10 / 2008 - 21:00
Pav. Dr. José de Carvalho
Pav. Dr. José de Carvalho
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Veiros entra a ganhar no campeonato
PAVILHÃO DO CCD VEIROS
Árbitros – Luís Costa e Jaime Campos
C.C.D. VEIROS 2 AMUPB 1
C.C.D.VEIROS – Vanessa, Ana Barbosa (1), Andreia Macedo, Ana Filipa, Carla, Vitória, Andrea, Rita, A. Cabral, Ana Laureano, Liliana (1) e Catarina.
Treinador – Arminda Ruela
Árbitros – Luís Costa e Jaime Campos
C.C.D. VEIROS 2 AMUPB 1
C.C.D.VEIROS – Vanessa, Ana Barbosa (1), Andreia Macedo, Ana Filipa, Carla, Vitória, Andrea, Rita, A. Cabral, Ana Laureano, Liliana (1) e Catarina.
Treinador – Arminda Ruela
AMUPB – Alexandra, Cristina, Ana Luísa, Rita Líbano, Ariana, Sara, Ana Rebelo, Beatriz (1), Mónica, Cátia, Ana Carvalho e Tatiana.
Treinador – Joaquim Neno
Treinador – Joaquim Neno
O CCD Veiros iniciou a época recebendo na primeira jornada as vizinhas do AMUPB, assistindo-se a um bom jogo de Futsal, equilibrado, até aos doze minutos, altura em que as locais se colocaram em vantagem, numa jogada de contra-ataque em que o reforço Veirense, Liliana, recebe a bola dentro da área, desembaraça-se da guarda-redes e faz o golo. Fazendo circular a bola em todo o campo poderiam ter aumentado a vantagem, não o conseguiram e vieram a sofrer o empate aos vinte e um minutos na marcação de uma grande penalidade, após uma defesa apertada da Vanessa, que desvia a bola com uma palmada pela linha de fundo, não se vislumbrando qualquer falta cometida, não entendeu assim a equipa de arbitragem assinalando uma falta, que deixou toda a gente com dúvidas se teria existido. Reagindo ao golo sofrido as Veirenses colocar-se-iam novamente em vantagem no minuto seguinte por intermédio da Barbosa, ao efectuar uma das suas habituais simulações, metendo a bola pelo meio das pernas da guarda-redes visitante. O AMUPB demonstrando algum desnorte após este golo, viu as locais através da Andrea, por duas vezes, à boca da baliza falhar golos feitos, que a terem sido concretizados arrumaria desde logo com o jogo e daria a tranquilidade que a formação da casa procurava.
A segunda parte iniciou-se com as visitantes num pressing forte na tentativa de alcançar a igualdade, o que poderia ter acontecido, pois também falharam golos feitos à boca da baliza, numa altura em que as Veirenses demonstravam que a sua condição física ainda não é a melhor, daí resultando perdas de bola em zonas proibidas do campo, que poderiam ter sido aproveitadas pelas adversárias e que lhes teriam provocado algumas dores de cabeça. Á passagem dos vinte minutos as visitadas conseguiram acertar agulhas e não fora a boa exibição da guarda-redes do AMUPB, teriam aumentado a vantagem.
Estiveram em campo duas boas equipas, com o resultado final a ser favorável ao CCD Veiros que fez valer a maturidade das suas jogadoras, sempre conscientes das dificuldades que lhe foram criadas pelas suas adversárias.
A segunda parte iniciou-se com as visitantes num pressing forte na tentativa de alcançar a igualdade, o que poderia ter acontecido, pois também falharam golos feitos à boca da baliza, numa altura em que as Veirenses demonstravam que a sua condição física ainda não é a melhor, daí resultando perdas de bola em zonas proibidas do campo, que poderiam ter sido aproveitadas pelas adversárias e que lhes teriam provocado algumas dores de cabeça. Á passagem dos vinte minutos as visitadas conseguiram acertar agulhas e não fora a boa exibição da guarda-redes do AMUPB, teriam aumentado a vantagem.
Estiveram em campo duas boas equipas, com o resultado final a ser favorável ao CCD Veiros que fez valer a maturidade das suas jogadoras, sempre conscientes das dificuldades que lhe foram criadas pelas suas adversárias.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Plantel 08/09
O Plantem do C.C.D. Veiros mantém a base da estrutura da equipa, o que se torna uma mais valia, 13 jogadoras renovaram o contrato e quatro assinaram contrato pela primeira vez com o C.C.D. Veiros.
As novas atletas são: Liliana (ex-Vilamaiorense), Catarina (ex-CRECOR), Susana que sobe das Juniores para a equipa de Séniores e Susana Margarida que vêm do Futebol 11 (Murtoense). Esperemos que o futuro das novas jogadoras seja promissor e que se sintam bem nesta familia.


Susana .............. Liliana.......................Susana Margarida......Catarina
Jogadoras:
Vanessa
Neuza
Ana Filipa
Ana Laureano
Andreia Cabral
Andreia Macedo
Lita
Andrea
Barbosa
Mafalda
Marisa
Rita
Vitória
Susana
Susana Margarida
LilianaCatarina
Equipa Técnica:
Profª Arminda (Treinadora)Macedo (Treinador de Guarda-redes)
Delegados:
Sr. RandolfoManel Zé
Massagistas:
Sr. AugustoInês Roque (Fisioterapeuta)
Um bem haja para todas.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Resultados do Quadrangular

O Clube Cultural e Desportivo de Veiros realizou um torneio quadrangular de Futsal Feminino, inserido nas comemorações do 34º Aniversário e que serviu para apresentação da equipa Veirense e onde se verificaram os seguintes resultados:
C.C.D. VEIROS 4 S.C.CARBELRIO 2
REST. AVINTENSES 6 A.A.COIMBRA 0
A.A.COIMBRA 8 S.C.CARBELRIO 1
C.C.D.VEIROS 0 REST.AVINTENSES 4
1º - REST.AVINTENSES - Taça CONST. ALFREDO G. OLIVEIRA E FILHO
2º - C.C.D. VEIROS - Taça MÁRIO BRANDÃO – AQUEC. CENTRAL
3º - A.A.COIMBRA - Taça FARMÁCIA MARTINS
4º - S.C.CARBELRIO - Taça O AFUNILADO
Pavilhão do C.C.D. Veiros
C.C.D. VEIROS 4 S.C.CARBELRIO 2
Foi um jogo equilibrado com a formação de Sátão a surpreender pela positiva, com jogadoras de qualidade e que saiem bem para o contra-ataque e as Veirenses a demonstrarem alguma lentidão na transposição defesa/ataque, vindo a sofrer dois golos, devido a marcações deficientes que as adversárias aproveitaram para marcar e empatar a partida. Valeu ás Veirenses a inspiração da Barbosa para desfazer a igualdade.
REST. AVINTENSES 6 A.A.COIMBRA 0
Os Avintenses não deram qualquer hipótese à formação da Académica, que nunca conseguiu contrariar o jogo das adversárias e aos doze minutos já se encontravam a ganhar por três bolas a zero. A formação de Avintes com uma forma física invejável e composta por jogadoras de alta qualidade em que o quarteto em campo era substituído sem se notar quebra de ritmo, foi dilatando o resultado ao longo da partida.
A.A.COIMBRA 8 S.C.CARBELRIO 1
A Académica começou a construir o resultado logo aos dois minutos, na transformação de uma grande penalidade a punir mão na bola de uma jogadora adversária, dentro da sua área. Com melhores executantes e perante o cansaço evidenciado pelas jogadoras de Sátão, foram dilatando o resultado com as adversárias a ensaiarem tímidos contra-ataques.
C.C.D.V
EIROS 0 REST. AVINTENSES 4
Numa final emocionante, em que a expectativa era ver até onde conseguiam chegar as Veirenses, que tinham empatado à oito dias com estas adversárias. A forte formação de Avintes não deixou os seus créditos por mãos alheias e aos dois minutos colocou-se em vantagem. Fazendo pressão em todo o campo, aos oito minutos marcam o segundo golo e até ao intervalo brilhou na baliza Veirense a sua guarda-redes Vanessa.
No primeiro minuto da segunda parte, numa bola cruzada ao segundo poste, marcam o terceiro. A treinadora Veirense fazendo trocas sucessivas de jogadoras, foi segurando o resultado não obstante as adversárias falharem lances de golo feito à boca da baliza, as locais iam ensaiando contra-ataques que eram desfeitos pela bem organizada defesa contrária e vieram a sofrer o quarto golo numa jogada confusa em que ficou a dúvida se a bola chegou ou não a entrar. Este jogo foi um bom teste para o C.C.D.Veiros, perante uma formação candidata ao título Nacional.
REST. AVINTENSES 6 A.A.COIMBRA 0
A.A.COIMBRA 8 S.C.CARBELRIO 1
C.C.D.VEIROS 0 REST.AVINTENSES 4
1º - REST.AVINTENSES - Taça CONST. ALFREDO G. OLIVEIRA E FILHO
2º - C.C.D. VEIROS - Taça MÁRIO BRANDÃO – AQUEC. CENTRAL
3º - A.A.COIMBRA - Taça FARMÁCIA MARTINS
4º - S.C.CARBELRIO - Taça O AFUNILADO
Pavilhão do C.C.D. Veiros
C.C.D. VEIROS 4 S.C.CARBELRIO 2
Foi um jogo equilibrado com a formação de Sátão a surpreender pela positiva, com jogadoras de qualidade e que saiem bem para o contra-ataque e as Veirenses a demonstrarem alguma lentidão na transposição defesa/ataque, vindo a sofrer dois golos, devido a marcações deficientes que as adversárias aproveitaram para marcar e empatar a partida. Valeu ás Veirenses a inspiração da Barbosa para desfazer a igualdade.
REST. AVINTENSES 6 A.A.COIMBRA 0
Os Avintenses não deram qualquer hipótese à formação da Académica, que nunca conseguiu contrariar o jogo das adversárias e aos doze minutos já se encontravam a ganhar por três bolas a zero. A formação de Avintes com uma forma física invejável e composta por jogadoras de alta qualidade em que o quarteto em campo era substituído sem se notar quebra de ritmo, foi dilatando o resultado ao longo da partida.
A.A.COIMBRA 8 S.C.CARBELRIO 1
A Académica começou a construir o resultado logo aos dois minutos, na transformação de uma grande penalidade a punir mão na bola de uma jogadora adversária, dentro da sua área. Com melhores executantes e perante o cansaço evidenciado pelas jogadoras de Sátão, foram dilatando o resultado com as adversárias a ensaiarem tímidos contra-ataques.
C.C.D.V
EIROS 0 REST. AVINTENSES 4Numa final emocionante, em que a expectativa era ver até onde conseguiam chegar as Veirenses, que tinham empatado à oito dias com estas adversárias. A forte formação de Avintes não deixou os seus créditos por mãos alheias e aos dois minutos colocou-se em vantagem. Fazendo pressão em todo o campo, aos oito minutos marcam o segundo golo e até ao intervalo brilhou na baliza Veirense a sua guarda-redes Vanessa.
No primeiro minuto da segunda parte, numa bola cruzada ao segundo poste, marcam o terceiro. A treinadora Veirense fazendo trocas sucessivas de jogadoras, foi segurando o resultado não obstante as adversárias falharem lances de golo feito à boca da baliza, as locais iam ensaiando contra-ataques que eram desfeitos pela bem organizada defesa contrária e vieram a sofrer o quarto golo numa jogada confusa em que ficou a dúvida se a bola chegou ou não a entrar. Este jogo foi um bom teste para o C.C.D.Veiros, perante uma formação candidata ao título Nacional.
O C.C.D.Veiros agradece aos patrocinadores deste evento – CM Estarreja, Inatel, Const. Alfredo G. Oliveira e Filho, Mário Brandão – Aquec. Central, Farmácia Martins e O Afunilado.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Talento não chega
"Há uma verdade na vida que quanto mais cedo percebida menos dissabores causa: talento não chega. Em área nenhuma. Nas mais físicas, o trabalho, a vontade de querer atingir algo custe o que custar é quase tão importante como a aptidão. Assim se explicam as vitórias de pernetas sobre craques de milhões. Porque há quem pense apenas em si próprio. Há quem prefira dizer mal, arranjar problemas, evitar soluções a lutar por um mesmo desígnio. No futebol como na política, na justiça como nos jornais.Em comum têm o facto de terem sempre a razão do seu lado. E serem melhores a apontar os erros dos outros do que os próprios, raramente existentes. Mas assim não se fazem equipas. E alguns vão ficando de fora. Admiram-se. O Mundo está contra eles. Pois é. Pensem nisso. Ainda há tempo. Por enquanto." Bernardo Ribeiro - Record
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Inicio da Pré-Época

O C.C.D. Veiros, iniciou a Pré-Época com a participação no torneio triangular dos Restauradores Avintenses, defrontando a equipa da casa e a do Mindelo, duas fortes formações, que disputam a primazia no Distrital do Porto.
Resultados
Avintenses 0 Mindelo 3
Avintenses 2 C.C.D. Veiros 2
Mindelo 4 C.C.D. Veiros 0
No primeiro jogo e tendo como opositor a equipa dos Avintenses, que se reforçou com vista à conquista da Taça Nacional, as Veirenses portaram-se muito bem, sendo a primeira equipa a marcar, para passados alguns minutos e perante a forte pressão das adversárias, vir a sofrer dois golos, ficando em desvantagem, que foi desfeita aos catorze minutos da segunda parte, pela Macedo num remate forte e colocado.
No segundo jogo, verificou-se uma quebra física notória, nas Veirenses, embora até ao intervalo só tivessem sofrido um golo. Na segunda parte o rendimento foi menor, fruto do cansaço, devido a terem de jogar duas partidas seguidas, e a alguma descoordenação com os novos elementos da equipa.
O Mindelo demonstrou ser uma equipa madura, tecnicamente evoluída, e que se prevê ser uma séria candidata ao título portuense.
As Veirenses vão realizar os segundos jogos da pré-época no próximo dia 20, numa jornada dupla, inserida no Quadrangular do C.C.D. Veiros.
Resultados
Avintenses 0 Mindelo 3
Avintenses 2 C.C.D. Veiros 2
Mindelo 4 C.C.D. Veiros 0
No primeiro jogo e tendo como opositor a equipa dos Avintenses, que se reforçou com vista à conquista da Taça Nacional, as Veirenses portaram-se muito bem, sendo a primeira equipa a marcar, para passados alguns minutos e perante a forte pressão das adversárias, vir a sofrer dois golos, ficando em desvantagem, que foi desfeita aos catorze minutos da segunda parte, pela Macedo num remate forte e colocado.
No segundo jogo, verificou-se uma quebra física notória, nas Veirenses, embora até ao intervalo só tivessem sofrido um golo. Na segunda parte o rendimento foi menor, fruto do cansaço, devido a terem de jogar duas partidas seguidas, e a alguma descoordenação com os novos elementos da equipa.
O Mindelo demonstrou ser uma equipa madura, tecnicamente evoluída, e que se prevê ser uma séria candidata ao título portuense.
As Veirenses vão realizar os segundos jogos da pré-época no próximo dia 20, numa jornada dupla, inserida no Quadrangular do C.C.D. Veiros.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Calendário da 1ª jornada
2 8 / 0 9 / 2 0 0 8 - 1 8 : 0 0
P A V . I L I D I O P E D R O - L O R D E L O - V . C A M B R A
2. PARC 3 - O S S E L A 2
2 7 / 0 9 / 2 0 0 8 - 2 1 : 0 0
P A V I L H Ã O D O P A R C - P I N D E L O ( O . A Z E M . )
3 . S A A V E D R A G U E D E S - L O R D E L O
2 7 / 0 9 / 2 0 0 8 - 1 7 : 0 0
P A V . I R M Ã O S F A R I N H A S ( P A R D I L H Ó )
Adiado para 21/10
4. V E I R O S 2 - A . M . U . P . B . 1
2 8 / 0 9 / 2 0 0 8 - 1 5 : 3 0
P A V I L H Ã O D O C . C . D . V E I R O S (V E I R O S)
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